Sou aluna do Curso Tecnológico de Desporto na Escola Secundária Dr. Jaime Magalhães Lima em Aveiro.
A criação deste blog tem como principal objectivo o desenvolvimento de um espaço curricular onde vou procurar incluir um conjunto de matérias dadas nas aulas, projectos, viagens, trabalhos realizados e assuntos ligados aos conteúdos programáticos das disciplinas de Organização Desenvolvimento Desportivo (ODD) e Práticas Desportivas e Recreativas (PDR) dadas pelo nosso Prof. Francisco Teixeira Homem.
Nesta perspectiva este blog é portanto também um espaço de colaboração a todos aqueles que queiram dar algumas indicações e apontamentos que possa de alguma forma, enriquecer os assuntos aqui tratados.
Bem-vindos, Mariana Oliveira.
A criação deste blog tem como principal objectivo o desenvolvimento de um espaço curricular onde vou procurar incluir um conjunto de matérias dadas nas aulas, projectos, viagens, trabalhos realizados e assuntos ligados aos conteúdos programáticos das disciplinas de Organização Desenvolvimento Desportivo (ODD) e Práticas Desportivas e Recreativas (PDR) dadas pelo nosso Prof. Francisco Teixeira Homem.
Nesta perspectiva este blog é portanto também um espaço de colaboração a todos aqueles que queiram dar algumas indicações e apontamentos que possa de alguma forma, enriquecer os assuntos aqui tratados.
Bem-vindos, Mariana Oliveira.
Mostrar mensagens com a etiqueta Aulas de ODD. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Aulas de ODD. Mostrar todas as mensagens
domingo, 11 de dezembro de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
Motivos para a prática desportiva
No caso dos jovens, a procura de corpo mais musculoso (rapazes) ou mais magro e torneado (raparigas), a procura de amigos e o "gozo pela competição", são factores que frequentemente os levam à prática de AF.
No caso dos adultos, estes preocupam-se também com o seu porte atlético mais aliado ao factor saúde e bem-estar, enquadrados numa óptica de prevenção do aparecimento de várias doenças, procurando retardar alguns sinais de envelhicimento.
No caso da terceira idade, constitui-se como um factor determinate na prática de actividade física, o desejo generalizado de retardar os processos normais de envelhecimento (físicos, psíquicos e socioafectivos) permitindo, assim, a manutenção pelo maior espaço de tempo possível de uma boa condição psicomotora, o que lhe confere também por mais tempo e com mais qualidade e preservação do seu grau de autonomia.
No caso dos deficientes, é importante ter a noção de que as limitações resultantes de defeciência não transformam a pessoa deficiente num ser inanimado, pelo contrário, esta sente a necessidade de manifestar a sua motricidade como um processo natural de assimilação e acomodação, o que caracteriza no ser humano o processo de aprendizagem e desenvolvimento filo e ontogénico.
Exemplos de alguns motivos que, na generalidade, podem levar à prática da actividade física:
No caso dos adultos, estes preocupam-se também com o seu porte atlético mais aliado ao factor saúde e bem-estar, enquadrados numa óptica de prevenção do aparecimento de várias doenças, procurando retardar alguns sinais de envelhicimento.
No caso da terceira idade, constitui-se como um factor determinate na prática de actividade física, o desejo generalizado de retardar os processos normais de envelhecimento (físicos, psíquicos e socioafectivos) permitindo, assim, a manutenção pelo maior espaço de tempo possível de uma boa condição psicomotora, o que lhe confere também por mais tempo e com mais qualidade e preservação do seu grau de autonomia.
No caso dos deficientes, é importante ter a noção de que as limitações resultantes de defeciência não transformam a pessoa deficiente num ser inanimado, pelo contrário, esta sente a necessidade de manifestar a sua motricidade como um processo natural de assimilação e acomodação, o que caracteriza no ser humano o processo de aprendizagem e desenvolvimento filo e ontogénico.
Exemplos de alguns motivos que, na generalidade, podem levar à prática da actividade física:
- estar em forma (condição física);
- recomendação médica;
- lazer;
- prevenir o aparecimento de diversas doenças;
- melhorar a qualidade de vida;
- conhecimento de si e afirmação pessoal;
- prazer proporcionando pelo movimento;
- melhorar capacidades;
- fazer novas amizades;
- divertimento;
- gosto pelo risco e pela aventura;
- ter prestígio;
- influência dos amigos;
- trabalhar em equipa;
- desejo de filiação, de participação no grupo (conquistar atenção);
- canalização da agressividade natural (descarregar energia);
- vencer;
- cinvívio com a Natureza.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Vantagens do Desporto para Deficientes
Como todos nós sabemos, não é apenas o indivíduo sem deficiência que retira vantagens do fenómeno desportivo, pelo que rapidamente poderemos afirmar que o cidadão com deficiência, para além destes benefícios, poderá retirar outros mais acrescidos e que se relacionam directamente coma sua condição. Se tomarmos em consideração a Recomendação N.º R (86) 18 do Comité dos Ministros dos Estados Membros feita na "Carta Europeia do Desporto para Todos: as pessoas deficientes" que, no seu artigo I do anexo da resolução (76) 41, estipula que "todo o indivíduo tem direito à prática desportiva" (Conselho da Europa, 1988, p.8), rapidamente nos apercebemos que o desporto deve ser dirigido e pensado para todos, independentemente da sua condição, sexo, idade, etnia ou classe social.
Ainda no mesmo documento, o Conselho da Europa (1988) refere que na Resolução AP (84) 3 adoptada no âmbito do acordo parcial no domínio social e da saúde pública, relativa a uma política coerente em matéria de readaptação dos indivíduos com deficiência, encontra-se estipulado, no parágrafo 2.4 do seu anexo, que a participação no desporto deveria ser estimulada, uma vez que este é um factor essencial de readaptação e de integração.
No seguimento desta linha de pensamento do Conselho da Europa, encontramos vários autores, como por exemplo, Ferreira (1993) e Alves (2000) que referem que qualquer que seja o nível de prática desportiva alcançada pela pessoa com deficiência, os efeitos são de três ordens:
Ainda no mesmo documento, o Conselho da Europa (1988) refere que na Resolução AP (84) 3 adoptada no âmbito do acordo parcial no domínio social e da saúde pública, relativa a uma política coerente em matéria de readaptação dos indivíduos com deficiência, encontra-se estipulado, no parágrafo 2.4 do seu anexo, que a participação no desporto deveria ser estimulada, uma vez que este é um factor essencial de readaptação e de integração.
No seguimento desta linha de pensamento do Conselho da Europa, encontramos vários autores, como por exemplo, Ferreira (1993) e Alves (2000) que referem que qualquer que seja o nível de prática desportiva alcançada pela pessoa com deficiência, os efeitos são de três ordens:
- fisiológicos: exploração dos limites articulares, controlo do movimento voluntário, melhoria da aptidão física geral e da saúde;
- psicológicos: domínio do gesto que conduz a um aumento de autoconfiança, redução da ansiedade e melhoria da comunicação;
- sociais: contribuição para o desenvolvimento da autonomia e da reintegração social, aos quais Guttmann (1977) acrescenta:
- terapêuticos: utilizados como complemento da terapia física e
- recreativos: a grande vantagem do desporto sobre o exercício curativo, reside na sua vertente recreativa.
- favorece a autonomia locomotora na cadeira de rodas;
- aperfeiçoa a técnica de manejo da cadeira de rodas;
- estimula as funções do tronco e dos membros superiores;
- promove a iniciação e o aperfeiçoamento desportivo em cadeira de rodas.
Num estudo sobre fortalecimento muscular, Hutzler, citado por Martin (1999, p. 185), concluiu que os atletas em cadeira de rodas têm uma maior independência funcional, derivada da sua maior proficiência em cadeira de rodas, aumentando a sua confiança, auto-estima e percepções de aceitação social, como resultado da participação no desporto
Desporto Para Deficientes
Embora "diferente" e com limitações, o indivíduo com deficiência é uma pessoa que possui legislação própria que o protege e lhe assegura direitos nos demais variados domínios sociais. A partir do momento em que o acesso à prática desportiva se torna se torna um direito de todos os cidadãos, independentemente da sua condição, permitiu que os indivíduos com deficiência beneficiassem dessa mesma prática. De facto, este fenómeno social tem vindo a ser alvo das mais variadas atenções, pelo que poderemos observar inúmeras evoluções na área do Desporto para Deficientes.
Com o intuito de esclarecer os principais factores que contribuíram para toda a mudança sócio-cultural que envolve o indivíduo com deficiência e o desporto para ele perspectivado, Silva (1991) indica aqueles que são considerados os estágios evolutivos do Desporto para Deficientes:
- - desporto como terapia: as primeiras experiências desportivas foram realizadas com o objectivo de estimular em termos anátomo-fisiológicos os pacientes com deficiência;
- - valor psicológico do desporto: o desporto permite ao indivíduo com deficiência demonstrar a si próprio – e à sociedade – que a sua condição não é sinónimo de invalidez (o valor psicológico juntamente com o fisiológico contribuem para o desenvolvimento da sua imagem);
- - normalização: o desporto contribui para a (re)integração do indivíduo com deficiência na comunidade (uma forma muito positiva de integração é a competição entre indivíduos com e sem deficiência, em modalidades como o tiro com arco, bowling, ténis de mesa e natação, entre outras);
- - motivação para a prática desportiva: é talvez o aspecto mais importante para a obtenção de boas performances (ao estar motivado para a prática desportiva o valor terapêutico, psicológico e o conceito de normalização estão implícitos).
terça-feira, 29 de março de 2011
Distinção entre projecto e plano, níveis diferentes de operacionalização e explicitação de uma ideia
Plano
O plano tem em vista idealizar um futuro. Uma vez identificada a situação é possível determinar até que ponto a podemos atingir para que de seguida se possa iniciar o processo de planeamento.
O projecto é a acção do plano. Um projecto é constituído por vários planos.
O plano propriamente dito organiza todo o processo de planeamento. É no plano que são indicadas as grandes questões relativas ao planeamento: de vocação; de missão; de objectivos e/ou metas; de estratégias; de políticas.
Ao plano está imanente a ideia de realização das seguintes tarefas:
• O plano apresenta objectos e as vias da sua realização;
• O plano comporta decisões;
• O plano determina meios e operações metodológicas correspondentes aos aspectos anteriores.
• O plano vista estabilização, modificação ou reestruturação de relações, sendo, assim, sempre um instrumento de acção.
É sobre o plano que se realiza o planeamento. O plano servirá de guião, de orientação e suporte para o planeamento. No plano devem constar todas as informações teóricas e práticas, indispensáveis à orientação do planeamento.
Projecto
Projecto significa uma ideia que se deseja desenvolver, ou uma mera intenção de realizar, no futuro, qualquer coisa. No entanto, a ideia de projecto pode ser utilizada no sentido mais estrito, isto é, como unidade organizacional que tem como fim atingir um determinado objectivo. Assim, um projecto é um corpo organizado de tarefas que, de uma forma integrada, concorrem para a realização de determinado fim que lhes é comum. Então, pode-se afirmar que se trata de uma combinação entre um conjunto de tarefas e de recursos coordenados entre si, no espaço e no tempo, tendo sempre em conta a obtenção de um determinado objectivo.
O projecto caracteriza-se, assim, por:
• Ser temporário;
• Ter um início e um fim bem definidos;
• Obedecer normalmente a um plano.
Planeamento
É a consequência de uma ideia, é um meio através do qual se realiza determinado objectivo estratégico.
Planeamento é um instrumento da gestão e simultaneamente um instrumento do desenvolvimento. Sem planeamento não existe gestão e sem esta não existe desenvolvimento.
Perante as várias definições sobre o planeamento, poderemos concluir que:
Planear e organizar o futuro, é como que desenhar o futuro que nós desejamos, pois o passado designa-se por história. É o processo consciente da determinação do curso da acção de fora a atingir os objectivos. É um meio de comunicação e simultaneamente um mecanismo de controlo. O planeamento é uma estrutura integrada de decisões formais que, uma vez cumpridas, vão provocar alterações do futuro.
Normalmente são apontadas várias razões que justificam as vantagens de existir planeamento. São elas:
• Controlo sobre o futuro;
• Existência de um diagnóstico da situação;
• Visão de conjunto;
• Detecção antecipada dos problemas;
• Intervenção na causa dos problemas;
• Evitar actuações isoladas e desarticuladas de um quadro geral;
• Determinação de propriedades;
• Obrigatoriedade de trabalhar por objectivos;
• Integração das políticas sectoriais nas políticas gerais;
• Mobilização das pessoas através da participação;
• Coordenação da gestão corrente;
• Rentabilização de equipamentos caros.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Crescimento e desenvolvimento da criança

O ser humano sofre transformações qualitativas e quantitativas desde a sua concepção até à morte, que no sentido evolutivo quer no involutivo. Estas transformações têm ritmos e intensidades variadas de acordo com as diversas etapas da nossa vida.
Embora usem os termos "crescimento" e "desenvolvimento" de uma forma indiscriminada com o mesmo sentido, na verdade, eles referem-se a processos que, não sendom seperáveis e não ocorrendo isoladamente, não são iguais muitas vezes não apresentam entre si uma correspondencia directa.
O crescimento da criança não significa uma maior eficiência e complexidade das suas capacidades e funções.
Enquanto o crecimento diz respeito essencialmente a transformações quantitativas, o desenvolviemnto abarca simultaneamente transformações de carácter qualitativo e quantitativo.
De acordo com este conceito, o desenvolvimento é muito mais vasto do que o crescimento, correspondendo a um conjunto de fenómenos que, de forma inter-relacionada, possibilitam ao indivíduo evoluir desde a concepção até à idade adulta.
O desenvolvimento compreende:
- Crescimento: engloba inúmerastransformações, simultâneasou isoladas, nomeadamente quanto ao peso, estatura dimensões do órgão, etc;
- Maturação: corresponde à diferenciação das células e tecidos, ao seu aperfeiçoamentoanatómico e funcional, bem como à diversidade de reacções biológico-comportamentais.
Assim, o desenvolvimento implica a aquisição da capacidade de executar actividades de complexidade crescente de uma forma eficaz, respeitanto o crescimento equilibrado das estruturas corporais e biológicas.
Embora o desenvolvimento do ser humano não ocorra de forma continua, processa-se, no entanto, de um modo permanente, evoluindo de acordo com as constantes alterações que se operam no nosso organismo.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



